Ai Fiori



Tive uma semana de muitas comemorações e orgias gastronômicas! A família do meu namorado veio para a formatura dele, e aproveitamos para comer muitíssimo bem! Então esperem mais algumas boas resenhas nos próximos dias…
Para começar, o restaurante da comemoração do próprio dia da formatura, Ai Fiori.

Ai Fiori, que significa entre flores em italiano, abriu em 2010 e é especializado na culinária da Riviera francesa e italiana. O restaurante recebeu uma estrela Michelin em 2011 e 2012, além de três estrelas no review do New York Times. O Chef Michael White, que já liderou a cozinha do Marea, entre outros restaurantes estrelas, é uma celebridade, e já foi indicado a um prêmio do New York Times quatro vezes, apesar de não ter ganho nenhuma.

O restaurante fica em um chiquérrimo hotel na 5a Avenida e ao entrarmos, tivemos a primeira surpresa. Como fica no segundo andar, temos que subir uma escada arredondada que abraça uma belíssima obra de arte. Pendurada no teto de pé direito alto, uma gota branca nos recebe, e o espelho logo abaixo dá o toque final transformando a beleza em arte.

Entrada do Ai Fiori

Éramos 10, então tivemos que achar um restaurante onde déssemos todos, e que fossem dignos da importância da data. Por essa peculiaridade, a reserva foi especial. Foram bastante gentis, tentando de tudo para acomodar a festa. Como segunda surpresa, fizeram um menu personalizado, com o título “CBS Graduation Dinner”. Um mimo! Para brindar, pedimos um champagne especial para a família, Billcart-Salmon Cuvé Elizabeth Salmon Brut Rosé 2008. Após o brinde, tomamos um vinho tinto da Toscana, Ca’Marcanda Promis 2010.

Como amouse bouche, o chef mandou uma espuma de ovos com botarga, picles e migalhas de pão. Um mistura bem interessante!

Amouse Bouche

De entrada, pedi um fois gras com torradas de brioche, umas castanhas e geleia de damasco. Uma delícia! Difícil errar com fois gras… Mas confesso que fiquei de olho no prato ao lado, um peixe com uma grossa camada de caviar, que provei e adorei.

Fois Gras

Como prato principal, pedi um peixe (atlantic halibut) com lentilhas beluga,confit de cogumelos, suco de peras e suco de vinho do porto. Muito saboroso!!

Halibut

 

A sobremesa foi a estrela da noite. Um bolinho de azeite, morangos, com sorvete de morango e uma crosta de açúcar. Além de lindo, delicioso!!! Para finalizar, ainda roubei um pedacinho do blue cheese que meu namorado pediu… Especial!

IMG_5518

Junto com o meu chá verde, trouxeram chocolatinhos e bombons. Destaque para o recheado de caramelo que era simplesmente sensacional. Também deram biscoitinhos de chocolate para levar para casa e comer no dia seguinte.

Tiramos fotos com os arranjos de flores e voltamos para casa satisfeitíssimos.

Ambiente: ****

Serviço: ****

Comida: ****

Apresentação dos pratos: *****

Preço: $$$$

 

Ai Fiori

400 5th Ave  New York, NY 10018 (entre 36 e 37)

Web: www.aifiorinyc.com

(212) 613-8660

Restaurante Aquavit NYC – Review



restaurante_aquavitNuma simples quinta-feira a noite fui surpreendida pelo meu namorado com um convite para jantar no Aquavit, um restaurante escandinavo chiquérrimo de NYC. Em 2013, o Aquavit recebeu uma estrela Michelin no Guia Michelin 2013 de Nova York.

Aquavit significa água da vida, e é também o nome de uma famosa bebida destilada escandinava (Akvavit). O restaurante é meio escondido, e como a rua está em obra demoramos um pouco para achar a modesta entrada. Ao entrar, fomos recebidos por duas hostess bem educadas, que pegaram nossos casacos e nos conduziram imediatamente à mesa. Caso haja alguma espera, tem um lounge que, de relance, me pareceu bastante convidativo para um drink. Os aquavits ficam à mostra na parede.

Ao entrar, me surpreendi com a elegância do restaurante, lindamente decorado. Logo à direita, uma longa mesa onde ficam as entradinhas do chef e os pratos de queijo. A entrada já deu água na boca. Com poucas mesas e uma linda iluminação de lustres a la anos 60, o restaurante tem uma atmosfera intimista e aconchegante. As mesas redondas para mais pessoas chamavam atenção, com cadeiras altas de um design especial Arne Jacobsen. Estilo cadeira de vilão de desenho animado, fiquei com inveja e com vontade de sentar lá e me sentir meio rainha.

Sentamos numa mesa de dois, e sobre a minha cadeira tinha uma pele meio acinzentada (não sei dizer do que), o que serviu para me sentir um pouco mais glamorosa. Como não conseguia pendurar a minha bolsa na cadeira, trouxeram um mini banquinho também de pele para deixá-la graciosa embaixo da mesa. Para complementar, estava tocando uma bossa nova que deixava os brasileiros ainda mais à vontade.

Os tasting menus de 4 (USD 85) ou 7 pratos (USD 135, USD 220 com vinhos) de interpretações contemporâneas de clássicos nórdicos são famosos, e foram bastante indicados pela nossa Server. Difícil chamar de garçonete, já que a loiríssima de cabelos presos em um coque e um terno preto descrevia detalhadamente cada prato e respondia pronta e detalhadamente todas as minhas perguntas.

Apesar de bastante convidativos, achamos que não teríamos apetite para os tasting menus. Optamos por pedir apenas uma entrada e prato principal, e dividir a sobremesa, o que acabou sendo uma ótima escolha. Alem do que pedimos, recebemos diversas supresas do Chef Marcus Jernmark e Sous Chef Zachary Dworsky, e saímos de lá rolando – apesar de felicíssimos!

Pedimos um vinho branco para acompanhar. O pinot noir da Alsácia foi escolhido pelo meu namorado. Era um Marc Kreydenweiss, Kritt Lês Charmes Pinot Blanc 2011. Não entendo muito, mas a descrição diz que tem um sabor de peras carameladas com uma pitada de pétalas de rosas. Me pareceu realmente meio frutado e adocicado, e a sommelier disse que é um dos vinhos utilizados no tasting menu com wine pairing. Foi uma ótima escolha!

pirulito_com_chips_de_batata

Para começar, trouxeram umas batatinhas chips trufadas e um pirulito de cereja meio avinagrado. Impossível descrever esse pirulito ou adivinhar os ingredientes. Bem diferente. Em seguida, picles de diversos tipos, pepino, couve-flor, e um queijinho vieram numa linda lata rosa de sardinha. Apresentação é tudo. Parece que as conservas e picles são típicos da região. Mais um pratinho com camarão e wagyu beef, acompanhado de rabanete, veio depois. Como sou alérgica a camarão, o meu veio sem, mas mesmo assim estava gostoso, apesar de ter sido o prato mais sem graça.

O amouse bouche foi uma experiência à parte. O garçom traz o mini container fechado numa tábua de pedra preta e nos manda abrir. Ao abrirmos, sai uma fumacinha parecendo uma cascata e sentimos um cheiro delicioso. Ele explica que é smoked corn chowder e joga uma sopa fria de aspargos em cima. Do lado, um mini bolinho de queijo para acompanhar. Apresentação incrível, sabor divino.

Logo depois, trazem pães, manteiga e sal grosso. O garçom apresenta três opções de pão para escolher: umas torradas fininhas, um redondinho branco, e um pão de centeio meio diferente. Escolhi o branco e o pão de centeio. Ao dar a primeira mordida no segundo, quase morri. Acho que poucas vezes na vida comi algo tão gostoso. Super amantegado e com grãos diferentes, o pão é de comer rezando. Perguntei pra nossa loiríssima escandinava, que me explicou que a receita é da avó da pastry chef Emma Bengtsson, e envolve muuuuuita manteiga. Talvez seja mesmo verdade que qualquer coisa com manteiga fica gostosa.

Kladesholmen_Matjes_Herring

De entrada, pedi o Klädesholmen Matjes Herring (USD 20). O paddlefish, um peixe de água doce das águas do Mississipi, é acompanhado por caviar, manteiga, batatinhas, ovo de codorna, cremes e espumas. Apesar dos ingredientes se misturarem, cada sabor é sentido separadamente. Dizem que essa é uma das características da culinária sueca. Os sabores são compartimentados, e deliciosos. Meu namorado pediu o famoso gravlax, que vem com foie gras e grapefruit. Estava bem gostoso também e é um dos carros chefes do restaurante.

Como prato principal, ambos pedimos o Cresecnt Duck Breast (USD 35). O pato foi a perfeição. Cozinhado no ponto para ficar rosadinho, macio e suculento. Sem palavras para descrever o foie gras. Simplesmente suculento. Como acompanhamento, spring onions e um legume verdinho enrolado específico do Hudson Valley que só dá duas semanas por ano (!!!). Nunca tinha visto nada parecido. Um purê de cenouras, gotas de azeitonas pretas e caviar embelezavam o prato, lindamente montado. De babar.

pato_com_foie_aquavit

Dizem que os meatballs, bem famosos, são deliciosos. Fica a dica. Mas confesso que acho difícil ser melhor do que esse pato.

Pedimos uma sobremesa de chocolate chamada “Chocolate and Texture”. Chocolate em quatro versões diferentes, cada qual do seu tipo, sabor e textura. Brownie com pedaços de ouro, bolinhas de chocolate, mousse, e sorvete de rum. Bem gostoso.

Quando achamos que tínhamos terminado, o Aquavit nos mandou mais sobremesas! Seis pequenas mini jóias de vários tipos no longo prato negro de servir. Um mini macaron, um meio gelatinoso e açucarado, uma trufa de chocolate, um outro docinho meio caramelado, outro bombom e um mini cheesecake com raspberry. Para acompanhar, dois churros recheados de doce de leite num pote de açúcar e canela.

Fiquei de olho no prato de queijos que foi servido na mesa ao lado, mas não agüentávamos mais nada. Fica para a próxima vez…

pao_aquavit

Para finalizar, ganhamos dois pacotinhos com dois brownies de chocolate cada, “homemade kladdkaka” para levar para casa. Molinho por dentro, com uma crosta mais durinha, uma combinação perfeita de chocolate. Elogiei tanto o pão que também me deram três pedaços de brinde para levar pra casa. Foi um mimo do restaurante. Meu café da manhã do dia seguinte foi um repeteco dessa maravilha de jantar.

Em resumo, serviço impecável, atmosfera aconchegante e linda, comida incrivelmente deliciosa. Ingredientes, temperos e sabores que nunca tinha experimentado na vida. Como disse meu namorado, de querer mudar pra Escandinávia já. Imperdível.

 

Ambiente: ****

Serviço: *****

Comida: *****

Apresentação dos pratos: *****

 

Aquavit

65 E. 55th St. (entre Madison Av. & Park Av.)
Tel. : 212-307-7311
Web : www.aquavit.org
Preço : $$$$

Uma Refeição em Família



Almoço em Família
Como comentei no post anterior, fomos convidados pela editora Agir para participar de um concurso entre blogs para promover o novo livro do Ferran Adriá, “A Refeição em Família”. Eles selecionaram 8 blogs de culinária, sortearam 1 refeição do livro para cada blog promover um almoço/jantar para a sua família e divulgar a experiência em seu blog.

Eu tenho um grupo de amigos que está junto há mais de 20 anos e que para mim é uma segunda família. São amigos que vimos entrar na faculdade, entrar no primeiro emprego, que vimos casar e agora estão com filhos.
O projeto inicial era juntar esses meus 20 amigos na minha casa mas infelizmente foi difícil conseguir alinhar a agenda de todo mundo. Alguns estavam viajando, outros trabalhando, alguns até morando for a do país. No final, consegui juntar 12 desses amigos e mais 3 crianças para o nosso almoço. Até a mais nova da turma, a Letícia com apenas 2 meses, participou do evento.
Rodrigo e suas ajudantes
Nesse encontro animado e agitado tivemos de entrada corações de alface grelhados, de prato principal carne de vitela com vinho tinto e mostarda, e de sobremesa mousse de chocolate com um toque “molecular”.
O Cardápio
O primeiro desafio foi achar os ingredientes. Apesar do livro contar com receitas simples, a carne de vitela recomendada para a receita é a bochecha, uma carne mais “dura”, que fica uma delícia quando cozinhada por um longo tempo. Acionei os meus amigos e fomos em busca da tal da bochecha. Depois de ligar para alguns fornecedores, acabamos achando esse corte em um açougue na Cobal do Leblon. Segundo o dono, somente um restaurante francês local compra esse tipo de carne. Encomendado com uma semana de antecedência, conseguimos as 14 bochechas para a nossa festança.

No dia do evento contei com a ajuda do meu xará, e também grande cozinheiro, Rodrigo. Às 10 da manhã estávamos limpando as bochechas para o preparo. Como eu não tenho uma panela de pressão, resolvemos fazer a carne no forno. Primeiro passo, temperar e selar as bochechas, uma por uma, na panela com óleo, para depois cobrir tudo com vinho e deixar no forno por 3 horas e meia.
bochecha_de_vitela_selando

bochechas_de_vitela_seladas

bochecha_de_vitela_no_vinho

O segundo passo era preparar a sobremesa, a mousse de chocolate “molecular”. Esse é o tipo de coisa que te surpreende nas receitas de Ferran Adriá: ao invés de uma mousse tradicional, que você bate a clara em neve e depois junta o chocolate, Adriá dá a dica de derreter o chocolate com o creme de leite fervido, acrescentar as claras e colocar tudo em um sifão. O sifão faz o trabalho de aerar a mousse deixando-a cremosa. Incrível.
mousse_de_chocolate

mousse_de_chocolate_sifao

Tudo quase pronto e a última etapa foi preparar os alfaces grelhados. Primeiro o molho, quase que uma maionese de hortelã. Basta bater no mixer as folhas frescas de hortelã junto com as gemas, a mostarda em grãos e o azeite. Uma delícia! Na hora de servir foi só grelhar as alfaces em uma frigideira e depois cobrir com o molho na travessa de servir.
molho_da_salada

alface_grelhado

O almoço foi um sucesso. Todos se divertiram e comeram muito bem! Já estamos programando o próximo encontro, desta vez com o grupo completo!

almoco_com_amigos

A Refeição em Família – Livro e concurso cultural




Para você que coleciona receitas como eu, aqui vai uma dica de um excelente livro com receitas simples, saborosas e muitas vezes surpreendentes. E o melhor: você pode fazer em casa! é “A Refeição em Família” do Ferrán Adriá lançado em português pela editora Agir.

Livro A Refeicao em FamiliaVi este livro pela primeira vez em 2011 quando estava em Roma e posso dizer que foi paixão à primeira vista. Sou fã do Ferrán Adriá, o pai da gastronomia molecular, e tenho 3 livros com receitas e histórias do El Bulli, seu restaurante Michellin 3 estrelas considerado o melhor do mundo por 5 anos na última década. O “Refeição Em Família” é diferente de seus outros livros, pois traz receitas fáceis com ingredientes comuns, menos elaboradas, e fotos com passo a passo para você não errar.

Acabei não comprando o livro na viagem já que estava em italiano, então fiquei muito feliz com o lançamento em português. A editora Agir está promovendo um concurso entre blogs com o desafio de promover e retratar uma refeição em família usando as receitas do livro e o Receitas Gourmet foi selecionado para participar!

Ganhamos também um livro para dar para um dos nossos leitores e por isso resolvemos promover o nosso primeiro concurso cultural. Para concorrer a uma cópia do livro é só mandar a sua receita de família! A melhor receita, na nossa opinião, será testada e publicada no blog e o autor ganhará um exemplar do “Rceitas em Família”.

Quer saber quais são as receitas de família do Ferrán Adriá? É só compartilhar a sua receita com a gente!

Farofa de maracujá



Farofa de Maracuja

Outro dia vi um episódio do “No Reservation” do Antony Burdain quando ele veio visitar o Rio de Janeiro. Entre caipirinhas e churrascarias, ele termina o programa na casa dos Gracie (acredite ou não, a mulher de Bourdain luta Jiu-Jitso). Eles serviram um picadinho mas o que me chamou a atenção foi uma farofa de maracujá que estava com uma cara ótima. Eu sou fã de farofa mas nunca tinha provado uma desta forma. Fiquei morrendo de vontade de fazer…

No domingo de Páscoa acabei fazendo esta receita de farofa de maracujá Continue reading Farofa de maracujá

Sua próxima salada predileta



salada_de_uvas_e_estragao

Esta salada foi a grande descoberta gastronômica do Jaime Oliver no ano de 2002. Publicada em seu livro, Jaime’s Kitchen do mesmo ano, ela usa o estragão fresco, e nenhuma outra folha, como a base para a salada. O resultado final é realmente fantástico e combina o Continue reading Sua próxima salada predileta

Fundamentos da Cozinha Italiana Clássica



fundamentos_da_cosinha_classica_italianaEu adoro colecionar receitas e tenho hoje uma biblioteca com mais de 150 livros de culinária. Faltava falar deste assunto no blog e, a partir de hoje, teremos no Receitas Gourmet uma seção de livros gastronômicos.

A primeira resenha é do livro Fundamentos da Cozinha Italiana Clássica da Marcella Hazan, publicado pela Martins Fontes, que considero o melhor livro de culinária italiana que eu tenho. A primeira edição é de 1997. Comprei o meu em 2004, mas é fácil achá-lo nas livrarias hoje em dia.

Sem fotos e do tamanho de um romance, sua primeira impressão é de que este não é um livro de culinária. Mas basta folhear que você vai se impressionar com as centenas de receitas que preenchem as suas 700 páginas.

Dividido em 22 capítulos, o livro aborda a tradição e a cultura da culinária italiana com receitas de entradas, sopas, massas, risottos, peixes, crustáceos e moluscos, aves, carnes, legumes, saladas, pães e sobremesas. Cada receita tem uma história e os detalhes de sua origem, além de algumas belas ilustrações complementando a narrativa.

Já fiz dezenas de receitas deste livro e já publiquei algumas aqui, como o Lombinho ao leite e o Fetuccini all’Fredo. Na minha biblioteca há mais de 8 anos ele ainda é a minha referência quando procuro uma receita Italiana. Este livro é indispensável para quem coleciona receitas como eu!

Salmão com molho de ketchup e batatas amassadas



Salmão com batata
Para esta páscoa a minha dica é um salmão com batatas e um molho a base de ketchup. Essa receita é do Heston Blumenthal, considerado um dos melhores chefes britânicos e dono do Fat Duck, famoso restaurante de Londres. Ele teve até um programa de TV na BBC “In Search of Perfection” (2006-2007) onde rodava o mundo e fazia vários testes e experimentos para chegar a receita perfeita.

Esse salmão com batatas e molho Continue reading Salmão com molho de ketchup e batatas amassadas

Sous Vide



cordeiro_sous_videSous Vide é uma técnica moderna de cozinhar em baixa temperatura, entre 40º e 90º, e por um longo período de tempo. Neste processo, o alimento é embalado a vácuo e depois submerso em um banho d’água com temperatura controlada.

Desenvolvida na década de 70 na França para melhorar a qualidade das refeições servidas nos trens, o Sous Vide ganhou ganhou força na década de 90 quando Continue reading Sous Vide

Camarão Sir William



camarao_sir_william

Outro dia fiz essa receita de camarão com curry da Casa da Suíça, restaurante tradicional do Rio de Janeiro, fundado em 1957 na Glória. Deve ter pelo menos uns 20 anos que não vou lá mas era um dos restaurantes preferidos da minha infância. Logo na entrada tinham duas “enormes” armaduras com espada e tudo. Eu me sentia entrando em um castelo medieval. Pedíamos sempre o fondue de carne e eu, com 8 anos na época, adorava poder fritar o meu próprio bifinho e misturar com um molho diferente a cada mordida.

Outra especialidade da casa são os pratos flambados e era comum ver panelas pegando fogo no meio do salão. Nunca cheguei a comer este Camarão ao Sir William, mas vi algumas vezes ele sendo preparado na mesa ao lado. A receita é Continue reading Camarão Sir William

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